Moedeiros Falsos, Os
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moedeiros falsos, os

editora: estação liberdade
autor: andré gide
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Dados Técnicos

Autor:
Encadernação:Brochura
ISBN13:9788574481609
ISBN10:8574481602
Número de Páginas:418
Número Edição:1
Ano Edição:2009

Largura:14
Profundidade:2
Peso:0,45
Altura:21
De R$ 68,00 Por R$ 54,40 ou em até 2x sem juros de R$ 27,20 no cartão
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Informações
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Sinopse moedeiros falsos, os
Tarefa difícil dar conta da magnitude de Os moedeiros falsos. Romance sobre a construção do romance, é ao mesmo tempo romance de formação, flerta com o estilo folhetinesco, com o romance policial, o romance de ideias... Diz o personagem Édouard a certa altura: “[...] as ideias, confesso, interessam-me mais do que os homens; interessam-me acima de tudo. Elas vivem; combatem; agonizam como os homens. Naturalmente pode-se dizer que só as conhecemos pelos homens, assim como só temos conhecimento do vento pelos caniços que ele inclina; mas mesmo assim o vento importa mais que os caniços.” Bernard, Olivier e Édouard são os rapazes que formam a tríade central de personagens. Bernard, o filho que deixa o lar em busca de identidade, um bastardo na pele do filho pródigo; Olivier, seu grande amigo, intelectual como ele, mas sempre no limiar entre a vaidade e a insegurança. Tio de Olivier, algo mais velho que os dois, Édouard fecha o núcleo que norteará o leitor em meio ao sistema caleidoscópico e polifônico de Os moedeiros falsos. Em especial este último: é por meio do diário de Édouard (escritor, ele planeja escrever um romance chamado Os moedeiros falsos) que o leitor é tragado pela estrutura abismal — mise en abyme, segundo Gide — da obra dentro da obra, onde os limites entre o ficcional e o real se atenuam e vêm à tona a metalinguagem e a reflexão sobre as possibilidades e os limites de um romance. Anterior ao esquema de falsificação armado por Victor Strouvilhou, quiçá esteja outro tipo de “moeda falsa”. Se nos Porões do Vaticano o elemento diabólico encontra seu totem na figura de Lafcadio, aqui ele se dissemina. Há como que uma brisa funesta a perpassar todo o enredo, o qual, no entanto, encontra seu equilíbrio na juventude e na pureza de alguns de seus cativantes personagens: um erotismo sutil, combinado com a causalidade e a inconsequência. “Quando eu era mais jovem, tomava resoluções que imaginava nada virtuosas. Preocupava-me menos em ser quem era do que em me torretendia ser. Agora, pouco me falta para ver na irresolução o segredo para não envelhecer.

Moedeiros Falsos, Os

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