Ilhas, Veredas e Buritis
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ilhas, veredas e buritis

editora: brasiliense
autor: eliane lage
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Dados Técnicos

Autor:
Encadernação:Brochura
ISBN13:9788511000832
ISBN10:8511000836
Número de Páginas:352
Número Edição:1
Ano Edição:2005

Largura:17
Profundidade:1
Peso:0,56
Altura:24,5
De R$ 63,00 Por R$ 50,40 ou em até 2x sem juros de R$ 25,20 no cartão
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Informações
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Sinopse ilhas, veredas e buritis
Ela foi das mais belas atrizes de sua época. Continua linda, alta, elegante, cheia de charme e glamour. Um glamour que, às vezes, Eliane Lage procurava (e procura) inutilmente esconder. Teria sido, nos anos 50, uma top model, se quisesse e se a modaexistisse com a força de hoje. Acabou sendo estrela de cinema por amor, ainda que o cinema não a entusiasmasse, ela não queria fazer carreira. Tudo o que desejava era viver ao lado do amado, o diretor Tom Payne, uma das figuras de relevo na cinematográfica Vera Cruz, o breve sonho de criar uma Hollywood no Brasil. Eliane Lage tinha toda a mídia de sua época, em um tempo em que a imprensa não era avassaladora como hoje, invasiva e espaçosa. Atriz de Caiçara, Ângela, Terra é Sempre Terra, Sinhá Moça, quatro dos maiores sucessos do brasileiro entre 1950 e 1954, ela abandonou tudo, ainda que tenha retornado em Ravina, uma tentativa de se fazer uma versão cabocla de Rebeca ou O Morro dos Ventos Uivantes. De qualquer modo, Eliane, exmilionária (o magnífico Parque Lage, no Rio de Janeiro era de sua família, um palazzo de fantasia construído por amor a uma mulher! Se querem saber mais, leiam o livro), exsocialite, mulher tímida e culta, falando várias línguas, com infância e juventude passadas parte numa ilha, a de Santa Cruz, onde seu avô construíra um império a base de minas de carvão, salinas, estaleiros, navegação de cabotagem, parte em São Paulo ou na célebre fazenda Empyreo, de Yolanda Penteado que a protegia e a chamava de filha, é uma pessoa diferenciada e rara. Fui um daqueles jovens que nos anos 50 se apaixonaram por ela, "uma beleza meio selvagem, de maçãs de rosto salientes e olhos orientais. Diziam brincando. Quando era criança, que tinha sido achada na rua em Vladivostok". Sou mais ainda hoje, quando, passados os seus 70 anos, ela escreveu este livro admirável e pungente. Estrela de cinema, mãe, dona de antiquário, professora, fazendeira. Quantos caminhos ela percorreu. Quando se termina a leitura deste livro, que tem atmosfera de romance, nos vemos diante de uma mulher que foi avançada e moderna em sua época, uma época que não a comprendia, não a podia alcançar. Esta é uma autobiografia que se insere dentro daquele gênero particular de life in progress. Hist. Há uma expressão popular que a define: "pessoa que sempre esteve na dela" na busca em busca do seu próprio eu, de uma viagem interior. Este é um livro que todas as mulheres e homens, também, é claro, e principalmente deveriam ler, porque é uma tr

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