O primeiro volume da trilogia Fronteiras do Universo se passa em um mundo muito parecido com o nosso. Acompanhando a jovem Lyra, que se lança numa busca desesperada e enfrenta terríveis obstáculos quando seu amigo Roger desaparece, o escritor nos apresenta um universo de fantasias onde os dimons – manifestações com forma de animal – correm pelas ruas de Oxford e Londres e um redemoinho de poeira misteriosa está por toda parte, tornando possível às crianças conhecerem segredos que os adultos dariam tudo para desvendar.
Will tem apenas 12 anos e tudo começa quando, depois de matar um homem, ele parte para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de seu pai. Num passe de mágica, atravessa o ar e penetra num mundo onde conhece uma estranha garota, Lyra, que, como ele, também tem uma missão a cumprir. Em Cittàgazze, onde os dois se encontram, as ruas são habitadas por espectros letais, devoradores de almas e outras criaturas aterradoras que disputam com todas as forças um poderoso talismã, capaz de cortar o nada e abrir brechas para outros universos – a faca sutil.
Will é o portador da faca sutil. Ele prometera ao pai, no leito de morte, que iria entregar a lâmina terrível ao Lorde Asriel. Está se aproximando uma guerra, a maior guerra de todos os tempos, e a lâmina é a única arma que pode render o inimigo. Um forasteiro num mundo estranho, Will começa sua jornada perigosa. Mas como pode cumprir a promessa quando Lyra, sua corajosa companheira, está desaparecida?
O escritor inglês Philip Pullman consagrou-se no cenário literário mundial com o lançamento da premiada trilogia Fronteiras do Universo. Pullman nasceu em 19 de outubro de 1946 em Norwich, no leste da Inglaterra, filho de Evelyn Merrifield, uma dona-de-casa, e de Alfred Pullman, piloto da Real Força Aérea Britânica e veterano da Segunda Guerra Mundial. Escreveu mais de vinte livros, entre os quais encontram-se livros infantis, peças de teatro e livros ilustrados para leitores de todas as idades. É um dos mais consagrados escritores de fantasia da atualidade. Em 2005, o autor recebeu o prêmio Astrid Lindgren Memorial Award de literatura infantil. Já em 2008, o The Times elegeu-o um dos "50 maiores escritores britânicos desde 1945."
"Esse talvez seja o melhor livro de fantasia das últimas décadas" -
The Washington Post
"Tão envolvente e viciante quanto A bússola de ouro"
The Washington Post
"Guerra, Politica, Magia, Ciência, vidas separadas e destinos cósmicos: Há de tudo neste livro. É Fascinante." –
The New York Times